No ano de 285, lá em Roma, na Itália, vivia um menino chamado Silvestre. Ao crescer, tornou-se Padre. Cuidava dos doentes, repartia suas coisas e falava do Senhor com coragem, mesmo numa época em que os cristãos eram perseguidos por amar Jesus. Porém, ele tinha esperança de que a situação iria mudar.
Um dia, Deus transformou tudo! As perseguições pararam e a Igreja passou a ser protegida. O imperador Constantino se converteu, convidou Silvestre pra ser Papa e ele aceitou com muita alegria. Conta-se que foi o Santo quem o batizou e, juntos, construíram belas igrejas em Roma, como a Basílica de São João de Latrão, que se tornou a Catedral do Papa e é chamada de “mãe de todas as igrejas”.
Mesmo neste cargo importante, Papa Silvestre I se manteve simples e humilde, pois, pra ele, o serviço ao Reino de Deus era o mais valioso. Ensinava que o Santo Padre tinha o papel de pastor, dedicado a cuidar do rebanho de Jesus e a guiar todos no caminho do amor.
São Silvestre foi pro Céu em 31 de dezembro. Festeja-lo no último dia do ano nos lembra que, em Deus, cada fim é um recomeço, e que o amor d’Ele é a melhor forma de iniciar e terminar o calendário.
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Texto adaptado da revista Turma do Manzottinho | Dezembro 2025 | edição nº 63
Dia de São Silvestre: conheça o santo que dá nome à tradicional corrida do Brasil
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